Pokarias

Brigaderias, cupcakerias, bolarias, paleterias. Esqueci de alguém? O jornalista canadense David Sax diz que brasileiros e americanos são mais abertos a ondas gastronômicas. Qual será a próxima? Os Estados Unidos começaram a descobrir o poke, um prato havaiano a base de peixe cru, temperado com gengibre, shoyu e óleo de gergelim. Parece familiar? Sim, é uma combinação de sabores que não pode dar errado. A não ser que você use ingredientes de baixa qualidade – alguém lembrou das temakerias?

+ Leia a entrevista do David Sax para a revista Gosto em fevereiro.

+ Veja uma receita de poke (no meu, acrescento tabasco e umas gotinhas de limão)

+ Em São Paulo, você experimenta ótimos pokes no Mr. Poke.

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Não troque ainda o bacon pelo salmão

A ONG Oceana descobriu que 43% do salmão vendido como “selvagem” nos EUA era, na verdade, salmão de cativeiro. A probabilidade de ser enganado é cinco vezes maior quando o consumo é feito em restaurantes. No Chile, de onde brasileiros compramos o peixe, os produtores vem aumentando o uso de antibióticos, enquanto na Noruega já foram desenvolvidas vacinas contra as infecções bacterianas.

O relatório de sustentabilidade da Global Salmon Initiative é revelador (mas é preciso ler nas entrelinhas nos infográficos).

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Ruim para a cintura, bom para a economia

Há três décadas, 70% dos americanos diziam evitar lanchinhos entre as refeições. Este número caiu para 30% e a prática do snacking, que faz brilhar os olhos da indústria, não aumentou apenas entre os americanos. O hábito também cresce na França, apesar de 90% dos franceses afirmarem a importância de uma verdadeira refeição em torno da mesa (no Brasil, apenas 47% das pessoas dizem que isso é importante).

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No futuro, todos comeremos jaca

Alguns pesquisadores sugerem que jaca é a comida do futuro. A planta é extremamente produtiva e resistente a pragas e mudanças climáticas. Jaca verde desfiada e temperada corretamente parece carne de porco, e começa a aparecer em cardápios de Londres a Los Angeles. Nos EUA, a Upton Natural’s e a Jackfruit já vendem o produto embalado em supermercados para ninguém sujar as mãos de visgo.

Quer botar a mão na jaca? A Neide Rigo tem receitas.

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Hoje Proust comeria sucrilhos?

A cena é um clássico: o aroma de um bolinho mergulhado no chá transporta para o passado. Foi assim que Marcel Proust imortalizou as madeleines no romance “Em Busca do Tempo Perdido”, criando o mais conhecido símbolo do poder evocativo da comida. Só que a editora Saint-Peres acaba de revelar que Proust tinha escrito versões anteriores em que as memórias eram despertadas por torradas com mel e biscotti. A decisão final foi baseada na preferência pessoal de Proust ou no melhor efeito literário? Se fosse hoje, a escolha seria apenas efeito da estratégia de product placement e merchandising de alguma marca de alimentos.

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O que há em um nome

Cafés são meu segundo escritório. Um lugar onde procuro wi-fi, poltrona e, incidentalmente, um bom espresso. Mas será que é mais confortável trabalhar no Sofá Café, mais científico trabalhar no Coffee Lab e mais focado trabalhar no Por um Punhado de Dólares? Em Londres, o site “Information is Beautiful” fez uma taxonomia de nomes de cafés e encontrou desde “Tremors” até “Mother’s Milk”.

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Sr. Drácula, aceita uma água de coco?

O New York Times diz que a principal mudança recente na dieta norte-americana é a queda no consumo de refrigerantes. A Lucky Peach avisa sobre o exagero de achar que água de coco pode substituir o plasma sanguíneo. De acordo com o relatório que mapeia 12 tendências em alimentos e bebidas da Mintel, aditivos artificiais são o novo “inimigo público número 1.”

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