Azia como ninguém

Embarco hoje às 21:00 para Salvador. Devo chegar perto da meia-noite. Apesar das ótimas opções de restaurante, como o Amado ou o Paraíso Tropical, o cansaço vai vencer a gula. Sexta à noite, sozinho em restaurante, pode ser meio deprimente. Ainda mais quando você vai no dia seguinte, de terno e gravata, dar uma palestra na Costa do Sauípe.

Qual será a opção do jantar? No hotel, um restaurante com nome estranho. No cardápio, tem peixe à Belle Meunière acompanhado de número imprevísivel de “L”, crases e acentos agudos. Moqueca e vatapá tem? Tem, é só descongelar.

Felizmente tem misto quente. Tem Coca-cola, tem. Tem azia como ninguém.

Um comentário sobre “Azia como ninguém

  1. Oi Sandro
    Vai no Iemanjá, é famoso mas é bom.
    Comi um dos melhores vatapás da minha vida, untuoso, com sabor das castanhas, delicioso. E a moqueca baiana sem coentro, leve – pimenta à parte por conta do fregues – com robalo, fantástica, dava pra comer um monte e sair dando palestra de gravata pelo mundo afora (sem apagar no meio devido ao banzo -rs), aliás foi exatamente o que eu fiz duas horas depois. Palestra.
    Abs e muito boa viagem, sem azia se o Senhor do Bonfim quiser…

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